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Carta dos direitos da criança hospitalizada

Carta dos direitos da criança hospitalizada

O Carta dos direitos da criança hospitalizada é um documento, assumido por todos os países do União Europeia, que relembra o direito dos filhos e a obrigação dos pais de acompanhar os filhos durante a hospitalização. A maioria das crianças que necessitam de tratamento para o câncer, crianças transplantadas ou pacientes cardíacos requerem em média dois anos de tratamento.

UMA visto de trabalho cuidar da criança no hospital, porque quando uma criança adoece é como se os pais também, ela tem que estar com ela, dando-lhe segurança em todos os momentos.

A Carta dos Direitos da Criança Hospitalizada está atualmente em vigor em todos os países europeus.

A.- Direito da criança a estar acompanhado de seus pais, ou a pessoa que os substitui, tanto quanto possível, durante a sua permanência no hospital, não como espectadores passivos, mas como elementos ativos da vida hospitalar, sem acarretar despesas adicionais; O exercício deste direito não deve, de forma alguma, prejudicar ou dificultar a aplicação do tratamentos a que a criança deve ser submetida.

B.- Direito da criança a receber um informações adaptadas à sua idade, o desenvolvimento mental deles, seu estado afetivo e psicológico, no que diz respeito ao conjunto do tratamento médico a que está sujeito e às perspectivas positivas que esse tratamento oferece.

C.- Direito de seus pais ou de quem os substitui a receba todas as informações relativas à doença e ao bem-estar da criança, desde que o direito fundamental da criança quanto à sua privacidade não seja afetado por isso.

D.- Direito dos pais, ou de quem os substitui, de manifestar a sua conformidade com os tratamentos que se aplicam à criança.

E.- O direito da criança a um recepção e acompanhamento individual, sendo alocados, na medida do possível, aos mesmos pacientes e auxiliares para o referido acolhimento e os cuidados necessários.

F.- Direito dos pais ou de quem os substitui a um acolhimento adequado e ao seu traçando psicossocial encarregado de pessoal com formação especializada.

G.- Direito da criança a não ser submetido a experiências farmacológicas ou terapêuticas. Só os pais ou o seu substituto, devidamente avisados ​​dos riscos e vantagens destes tratamentos, terão a possibilidade de conceder a sua autorização, bem como de a retirar.

H.- Direito da criança a não recebendo tratamentos médicos inúteis e não suportar sofrimentos físicos e morais que podem ser evitados.

I.- Direito de ser tratado com tato, educação e compreensão e ter sua privacidade respeitada.

J.- Direito (e meios) do filho de contate os pais deles, ou com quem os substitui, em momentos de tensão.

K.- Direito a garantia de receber os cuidados de que necessita, mesmo que seja necessária a intervenção da justiça, se os pais ou seu substituto o negarem ou não estiverem em condições de tomar as medidas cabíveis para enfrentar a emergência.

L.- O direito da criança de ser hospitalizada com outras crianças, evitando ao máximo sua hospitalização entre adultos.

M.- Direito das crianças a continue seu treinamento escolar durante a sua permanência no hospital, e beneficiar do ensino dos professores e do material didáctico que as autoridades escolares põem à sua disposição, em particular no caso de um hospitalização prolongada, desde que tal atividade não cause danos ao seu bem-estar e / ou não impeça os tratamentos médicos que se seguem.

N.- Direito das crianças a ter instalações mobiladas e equipadas, para que respondam às suas necessidades em termos de cuidado e educação, bem como jogos, livros e mídia audiovisual adequado e adaptado à sua idade.

PARLAMENTO EUROPEU, 13 de maio de 1986

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